segunda-feira, 19 de novembro de 2012


O teu nome preso na minha garganta.
O teu nome dissolvido na minha boca.
























És o veneno nas minhas cordas vocais.
Pior que o fumo que me sufoca e arde por dentro.

domingo, 18 de novembro de 2012


Fotografias.
Momentos vendidos em retalho como se fosse possível, limitarem-nos a um formato de 12x20 e guardarem-nos num papel acetinado – mate, como se tudo ficasse vivo no papel, quando também ele se desfaz, frágil com o tempo que o inunda.

 E é tão destruidor, descobrir que tudo o que fomos, vive apenas nesse papel, com poses e sorrisos que hoje perderam o sentido, perderam o sentimento, mas que nos recordam do que fomos e na esperança de termos sido mais.

Agora, tudo o que somos, baseia-se nas imagens reflectidas no papel, as fotografias que nos sustentam. Hoje, acredito que nós, poderemos assim viver por tempo indeterminado. 

Fotografias.

Momentos vendidos em retalho e que nos limitam a um formato de 12x20 num papel acetinado – mate.

domingo, 11 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

Originally posted by tumblr.com/newroadtrip-deactivated20120803
Espero um dia, percorrer as ruas de Lisboa contigo. A sós. Perder-me nas horas que nos fogem, afogar as mágoas no álcool que se infiltra nas nossas veias, afundar-me na profundidade do teu olhar, enlaçar-me no teu riso. Perder-me em ti. Espero um dia percorrer as ruas de Lisboa contigo. A sós.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Bernardo Sassetti, disseram que partiste, mas para mim continuarás vivo e lembrar-me-ei disso, cada vez que te ouvir tocar as notas inconfundiveis no piano. Ficarás para sempre vivo, suspenso em cada composição que criaste, em cada melodia que nos fez querer um pouco mais que a vida.