Suster-te nos braços,
Despir-te dos olhares e dos rodeios que nos inundam.
Ler a tua pele ao mais ínfimo pormenor.
O teu sabor a sal
quarta-feira, 3 de julho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
subtilezas de uma quinta - feira à noite
a vulnerabilidade a encher-me o corpo, a ocupar-se de cada recanto vazio,
quarta-feira, 26 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Saber que habitas nas páginas dos meus livros, a cada palavra, a cada vírgula, lembro-me de ti, tudo me lembra de ti, saber que vou virar a página e que te vou encontrar, não sei se é consolo, não sei se é transtorno.
Queria poder ler-te ou que me lesses a mim, ou que lesses para mim, de alguma forma, desde que te ouvisse citar as palavras eternas dos livros que vivem empilhados no meu quarto.
Que pisasses este chão, que dormisses na minha cama, uma noite só.
Que me lesses um poema, que fosses o poema.
Saber que habitas nas páginas dos meus livros, os sentimentos em turbilhão em cada palavra.
A tristeza imersa em cada ponto final.
Queria poder ler-te ou que me lesses a mim, ou que lesses para mim, de alguma forma, desde que te ouvisse citar as palavras eternas dos livros que vivem empilhados no meu quarto.
Que pisasses este chão, que dormisses na minha cama, uma noite só.
Que me lesses um poema, que fosses o poema.
Saber que habitas nas páginas dos meus livros, os sentimentos em turbilhão em cada palavra.
A tristeza imersa em cada ponto final.
Subscrever:
Comentários (Atom)