quarta-feira, 3 de julho de 2013

Suster-te nos braços,
Despir-te dos olhares e dos rodeios que nos inundam.
Ler a tua pele ao mais ínfimo pormenor.

O teu sabor a sal

quinta-feira, 27 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Os delírios que as curvaturas dos teus lábios me fazem ter.
Mergulhar no desejo íntimo de me perder nos teus braços.
A realidade que espere,
Ela não foge

domingo, 23 de junho de 2013

Quero escrever sobre ti, mas a pureza com que me corres no corpo
trava-me os dedos

sábado, 22 de junho de 2013

Não preciso de palavras se quando me olhas

 tu dizes que sou poesia.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Multiplica-se o desejo dos teus beijos sobre a minha pele ingénua,

a colisão dos nossos lábios.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Saber que habitas nas páginas dos meus livros, a cada palavra, a cada vírgula, lembro-me de ti, tudo me lembra de ti, saber que vou virar a página e que te vou encontrar, não sei se é consolo, não sei se é transtorno.
Queria poder ler-te ou que me lesses a mim, ou que lesses para mim, de alguma forma, desde que te ouvisse citar as palavras eternas dos livros que vivem empilhados no meu quarto.
Que pisasses este chão, que dormisses na minha cama, uma noite só.
Que me lesses um poema, que fosses o poema. 
Saber que habitas nas páginas dos meus livros, os sentimentos em turbilhão em cada palavra. 
A tristeza imersa em cada ponto final.