Despedidas...
Não tenho medo delas, fazem parte da vida, da nossa vida, ajudam-nos a ser melhores, a crescer.
Não as receio, mas doem, dentro do peito, o coração reclama porque a saudade preenche tudo o que há em si.
Que posso eu fazer?
Também o meu corpo se enche de saudade, e paralisa-me, congela-me, ainda nos dias mais quentes, congela-me.
Não receio as partidas, o adeus, apenas receio a chegada, ou melhor, receio na expectativa de saber se um dia haverá chegada.