terça-feira, 24 de abril de 2012

Eras tu a dizeres que me amavas, e eu a perder-me nos teus braços, na esperança de me encontrar.

segunda-feira, 16 de abril de 2012





Lisboa, não me lembro de ti assim, nas noites frias e escuras em que te passeio, pensando que podia ter sido mais feliz em ti, se eu pudesse e, se eu deixasse, verter um pouco mais do meu ser.

sábado, 26 de novembro de 2011


Footsteps on the dance floor reminds me baby of you
Teardrops in my eyes, next time I'll be true, yeah
Whispers in the powder room
"She cries on every tune, every tune, every tune"


And the music don't feel like it did with you

segunda-feira, 12 de setembro de 2011


Procuro lembrar-me do passado, porque apesar da dor, só ele me faz sentir viva.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Posso por fim descansar.
A casa está arrumada, o jarro tem flores novas e perfumadas.
Vou sentar-me, à tua espera.
Sei que voltarás.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

É no momento em que sopro as velas, e olho em redor, me lembro, que tu não estás aqui.
Esboço um sorriso falso, enquanto que o coração desabafa, e apesar de mudo, queixa-se da dor que lhe provocas, por não estares presente.
Já perdi a conta dos dias, e até dos anos, do momento em que partiste.
Já não me recordo do tamanho das tuas mãos, ou da cor exacta dos teus olhos.
A tua voz desvanece devagarinho, e com ela vai mais um pouco de mim.
Se pudesse, era agora que queria que estivesses aqui, que sorrisses para mim, e desejasses estar presente no ano seguinte a ver-me celebrar mais um aniversário.

Ainda que não estejas aqui, e onde quer que estejas, estarei sempre contigo.

"Continuarei a trazer-te no meu sangue"

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Despedidas...

Não tenho medo delas, fazem parte da vida, da nossa vida, ajudam-nos a ser melhores, a crescer.
Não as receio, mas doem, dentro do peito, o coração reclama porque a saudade preenche tudo o que há em si.
Que posso eu fazer?
Também o meu corpo se enche de saudade, e paralisa-me, congela-me, ainda nos dias mais quentes, congela-me.
Não receio as partidas, o adeus, apenas receio a chegada, ou melhor, receio na expectativa de saber se um dia haverá chegada.